
Ao contrário do que se especula nos bastidores políticos, Raquel não cogita substituir a sua vice, Priscila Krause (PSD), para a disputa eleitoral de outubro. Muito se fala que a vice-governadora poderia disputar uma vaga à Câmara Federal ou na Alepe, mas o fato é que Raquel não colocou essa vaga na mesa de negociações com os partidos.
“Essa vaga é inegociável. Raquel reconhece o papel e a história de Priscila ao seu lado”, garante uma fonte palaciana, destacando ainda o denso capital político e eleitoral da vice na Região Metropolitana do Recife (RMR).
Além de representar um reforço político numa área considera estratégica e onde são enfrentadas as maiores dificuldades eleitorais, a permanência de Priscila seria a continuidade da imagem e representatividade de duas mulheres em um dos maiores espaços de Poder do Estado.
“Priscila tem a representatividade por ser mulher e tem o capital político. Certamente ela ganhará mais destaque em uma segunda gestão e será a sucessora natural”, avaliou a fonte.











