
Por Renata Gondim – O pré-candidato ao Senado e presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, aposta em uma espécie de brecha jurídica, respaldada por um entendimento já manifestado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de que “na ausência de formação de coligação para o cargo de senador, os partidos coligados para o cargo de governador podem lançar, isoladamente, candidatos ao Senado Federal.
Ou seja, a governadora Raquel Lyra teria o apoio da Federação União Progressista numa coligação ao Governo, e Miguel Coelho e o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) sairiam com candidaturas avulsas ao Senado.
Nesta caso, a governadora teria apenas um “candidato oficial” ao Senado em sua chapa majoritária, que seria o atual deputado Túlio Gadelha (PSD).
Na última segunda-feira, após reunião em Brasília, ficou definido um prazo de 48 horas para que a executiva nacional da Federação se posicione a respeito do assunto.










