
A associação entre João Campos (PSB) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhou um novo símbolo na campanha pelo Governo de Pernambuco. Durante as agendas políticas, militantes passaram a receber uma máscara que mistura, em um único rosto, as imagens de Lula e de João Campos.
O próprio candidato aparece segurando o material em registros de campanha, reforçando a mensagem que vem sendo repetida por João desde o início da disputa: a de que ele é o candidato de Lula em Pernambuco.
Mais do que uma peça de divulgação, a máscara funciona como um elemento de identificação da militância e transforma em imagem uma das principais estratégias eleitorais do socialista: aproximar sua candidatura da figura do presidente.
A aposta tem um componente eleitoral importante. Embora Lula já tenha declarado apoio a João e o PT pernambucano tenha formalizado a adesão à candidatura, a associação entre os dois ainda precisa ser consolidada junto a uma parcela do eleitorado.
A estratégia também considera o histórico de 2022, quando os candidatos ligados ao campo lulista não conseguiram chegar ao Palácio do Campo das Princesas. Naquele ano, Danilo Cabral disputou pelo PSB, enquanto Marília Arraes concorreu pelo Solidariedade.












