
O novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), assumiu o cargo na tarde deste sábado (1º). Ele recebeu 73 dos 81 votos dos senadores, e comandará a Casa até 2027.
Em um discurso de sete páginas, Alcolumbre usou termos como “pacificação”, “consenso” e “Casa de iguais”.
Ao mesmo tempo, defendeu um posicionamento “corajoso” do Senado frente aos outros poderes e à sociedade.
Em momentos mais “pacificadores” do discurso, Alcolumbre disse que “continua igual” e que não está em busca de protagonismo individual.
“Eu quero ser um catalisador do desejo deste plenário e ajudar a construir consensos que forem necessários para melhorar a vida da população brasileira”, continuou.
Sob aplausos, Alcolumbre comparou a votação que recebeu na primeira eleição para presidir o Senado – 42 votos, em 2019 – com os 73 votos recebidos neste sábado.
“Isso representa claramente o amplo respaldo político que este plenário está conferindo ao projeto coletivo que nós construímos juntos. Esse amplo apoio, mesmo em um contexto com várias candidaturas, demonstra que o Senado Federal está unido e sabe a direção na qual pretende caminhar”, disse Alcolumbre.
73 votos e comando até 2027
A posse foi anunciada pelo agora ex-presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG) – que sucedeu Alcolumbre no posto, em 2021, e permaneceu no comando do Senado por quatro anos.
Ao anunciar o resultado da votação, às 15h19, Pacheco deixou a cadeira e convidou Alcolumbre a assumir o comando da sessão.
Ainda em 2024, o novo presidente do Senado já havia formado um arco de alianças praticamente impossível de ser derrotado, com partidos tanto da base do governo quanto da oposição.
O placar final foi:
Davi Alcolumbre (União-AP): 73 votos – eleito
Astronauta Marcos Pontes (PL-SP): 4 votos
Eduardo Girão (Novo-CE): 4 votos
Com informações do G1











