
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, se pronunciou no início da tarde deste sábado (1) sobre as cenas de barbárie provocadas pelo confronto entre torcidas organizadas do Sport e Santa Cruz, registradas na manhã de hoje em diversos locais da capital. “Estou trabalhando com a equipe do governo desde o primeiro momento, e tomando as devidas providências para punir os vândalos responsáveis pela barbárie vista mais cedo no Recife. Cerca de 700 policiais estão destinados para a missão e os feridos estão sendo atendidos no HR. Os verdadeiros torcedores e a população não podem e não vão ficar acuados pelos que usam o futebol para praticar violência”, disse ela em suas redes sociais.
Políticos aliados e de oposição também reagiram ao confronto e pediram intervenção no futebol. O Partido Progressistas, representado pelo deputado federal Eduardo da Fonte (PP), se manifestou afirmando que “a escalada de conflitos e a insegurança gerada por esses incidentes evidenciam que o futebol, quando coloca em risco a integridade da população, deixa de ser uma questão privada e passa a ser uma questão pública, exigindo uma resposta enérgica e coordenada dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário”.
Já o deputado estadual Waldemar Borges (PSB) afirmou que o embate não foi um acaso, mas “uma tragédia anunciada”. “Os confrontos entre gangues que se passam por torcidas organizadas foram convocados com antecedência pelas redes sociais e o governo tinha a obrigação de se antecipar. Não houve trabalho de inteligência, não houve ação preventiva. A omissão custou caro. Quando decidiram agir, já era tarde. O terror já havia tomado as ruas do Recife e de outras cidades”, disparou ele.











