
O ministro tem liberado visitas ao ex-chefe do Executivo em dias específicos para cada aliado do ex-presidente, que está preso desde agosto e só pode receber pessoas em sua residência sob autorização judicial.
Na terça, Bolsonaro completou 100 dias em prisão domiciliar. Além de não poder receber visitas, o ex-presidente tem que cumprir medidas cautelares, como não usar celular e não ter contato com investigados.
Embora tenha sido condenado a 27 anos de prisão por seu envolvimento em plano de golpe de Estado, Bolsonaro está em prisão domiciliar por ter descumprido uma série de medidas restritivas impostas a ele, no âmbito do inquérito que apura a atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) contra o sistema Judiciário.
Com informações do Metrópoles








