
Após 233 dias “confinado” no Recife, o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, ganhou o direito de transitar novamente por todo o país. A autorização foi dada pelo ministro Alexandre de Moraes, atendendo a uma solicitação do advogado Célio Avelino.
Gilson estava impedido de sair da capital pernambucana, em razão do processo em que é acusado de ter ido ao consulado português no Recife tentar conseguir visto para o coronel Mauro Cid, que participou da tentativa de golpe de estado. Ele chegou a ser preso mas foi liberado no mesmo dia.
Em sua decisão Alexandre de Moraes determinou que a cada 15 dias ele compareça à vara das execuções penais, segundo Célio Avelino. No entanto, o ministro manteve a proibição dele se ausentar do país e manteve o passaporte apreendido.
Gilson comemorou a decisão em suas redes sociais e pegou a estrada com destino à sua pousada em São José dos Milagres (AL) para se encontrar com o filho, o vereador do Recife Gilson Machado Filho, que não sabia da decisão.
“Foram 233 dias sem poder me ausentar da comarca. Foi desafiador e difícil. Mas saio dessa fase com ainda mais certeza de que quero continuar trabalhando e lutando pelos valores que acredito. Minha historia sempre foi pautada na verdade e amor que sinto pelo Nordeste e o Brasil. Obrigada meu amigo Presidente Bolsonaro, tenho orgulho de ter feito parte do seu governo”, escreveu ele.











