
O presidente nacional do PSB e prefeito do Recife, João Campos, afirmou que a Frente Popular de Pernambuco deverá definir, até o mês de março, as candidaturas ao Governo do Estado e ao Senado. A declaração foi feita nesta terça-feira (27), durante entrevista à CNN Brasil.
Embora o prazo legal para renúncia ao cargo de prefeito seja 4 de abril, João Campos disse que pretende antecipar os acordos políticos com partidos aliados e pré-candidatos, a fim de consolidar a chapa majoritária antes do início oficial do calendário eleitoral.
Durante a entrevista, o dirigente socialista também confirmou que há conversas em andamento com a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, para uma possível saída dela do MDB e filiação ao PSB, dentro do contexto das articulações nacionais da legenda.
Ao tratar do cenário político nacional, João Campos destacou o apoio do PSB à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ressaltou o papel do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). “Nós já declaramos apoio à reeleição do presidente Lula. Temos o vice-presidente Geraldo Alckmin ao seu lado, que tem feito um grande trabalho tanto na vice-presidência quanto no Ministério do Desenvolvimento”, afirmou.
Sobre o cenário estadual, o prefeito foi direto ao comentar sua possível candidatura ao Palácio do Campo das Princesas. “Aqui no Estado, nós temos a Frente Popular de Pernambuco, que deve apresentar, até o mês de março, as candidaturas ao Governo e ao Senado”, disse.
Líder nas pesquisas de intenção de voto divulgadas até o momento, João Campos afirmou receber com otimismo os números. “Fico feliz pelo reconhecimento apontado nas pesquisas em relação ao meu nome, mesmo antes de qualquer movimento ou anúncio oficial de candidatura”, pontuou.
O prefeito também reforçou que a relação do PSB com o presidente Lula vai além do período eleitoral. “É uma relação que não é circunstancial ou apenas eleitoral. O PSB foi o principal partido a apoiar o presidente na eleição de 2022, tanto que ocupamos a vice-presidência. Estamos diante de uma construção de país, não apenas de uma conveniência eleitoral”, concluiu.











