
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, nesta quarta-feira (16/10), no Dia Mundial da Alimentação, programas em prol da alimentação saudável e acessível a todos brasileiros e brasileiras. Os projetos buscam tirar o Brasil do Mapa da Fome e fortalecer a soberania brasileira no assunto, já que o país propôs a criação da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza no G20.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, nesta quarta-feira (16/10), no Dia Mundial da Alimentação, programas em prol da alimentação saudável e acessível a todos brasileiros e brasileiras. Os projetos buscam tirar o Brasil do Mapa da Fome e fortalecer a soberania brasileira no assunto, já que o país propôs a criação da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza no G20.
Lula iniciou o discurso relembrando o compromisso internacional assumido e dizendo que a fome é “um desafio para o mundo”. “Não existe explicação (para a fome), com o avanço tecnológico, da genética… A gente é capaz de produzir muito mais alimento do que a gente consome, sabemos a quantidade de alimento que se perdem entre a produção e o consumo, nas empresas, restaurantes, e, ainda assim, ficamos estarrecidos com o número de 733 milhões de seres humanos que vão dormir, toda noite, sem ter o que comer. É inexplicável”, iniciou o presidente.
“A gente pode dizer que existe seca, excesso de chuva, mas, a verdade, é que a única explicação para a existência da fome é a irresponsabilidade de quem governa. Temos que fazer escolhas. Não existe outra alternativa para alguém que queira governar num país do tamanho do Brasil, se não, ter preferência na hora de utilizar o dinheiro”, ressaltou o presidente.
Lula ainda criticou as diferentes utilizações dos termos “gasto” e “investimento”. Para ele, toda política social acaba sendo tratada como “gasto”, mas não deveria. Como exemplo, o petista relembrou o Pé-de-Meia, conhecido como a “poupança do Ensino Médio”, que foi criado para incentivar que os jovens parem de abandonar a escola para auxiliar no orçamento familiar.
“Estamos fazendo um gesto nobre, acabar com a fome no Brasil e no mundo não deve ser motivo de orgulho. É obrigação moral, ética, política e até humanística”, defendeu o presidente. Lula também relembrou que a intenção de tirar as pessoas da fome é fruto de sua experiência pessoal e tem sido foco dos seus governos desde 2003.
Com informações do Correio Braziliense










