
Dotar Jaboatão de uma infraestrutura necessária para que o município torne-se um ambiente de negócios favorável, é o intuito do prefeito e candidato à reeleição, Mano Medeiros. A afirmação foi feita durante sabatina na Fecomércio – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco, em parceria com a Rádio CBN Recife. Mano também falou sobre projeto da sua gestão, para fazer a ligação da BR 232 com a PE 17, evitando o trânsito pesado de Jaboatão Centro, o que facilitará o tráfego de caminhões com cargas pesadas.
Mano Medeiros declarou já existir um projeto, que poderia ser chamado de Arquinho – referindo-se à criação do Arco Metropolitano -, cujo objetivo é fazer a ligação da BR 232 com a PE 17, transitando por fora, ou seja, via Eixo de Integração, para que as pessoas circulem entre as vias, evitando o trânsito pesado de Jaboatão Centro, numa espécie de mini arco, que ligaria a PE com a BR 232 e também a 101. “Tem um projeto sendo maturado nesse sentido, pra gente evitar o tráfego pesado dentro Jaboatão Centro, ligando com a PE 17 e consequentemente com a BR 101 e a 232. Hoje quem vem pela BR 232 querendo entrar para a BR 101, tem que passar lá pela CEASA, podendo entrar pela PE 17 e já ir direto para a 101”, explicou o prefeito.
Sobre a infraestrutura para facilitar a implantação de novas empresas, Mano disse que é preciso melhorar os acessos e a mobilidade. “Jaboatão tem se colocado como um município da Região Metropolitana favorável a novos empreendimentos e novos negócios. E o entorno da Muribeca, próximo à BR-101 é um local onde a gente tem incentivado as empresas a se instalarem, porque ali temos uma infraestrutura que já está sendo preparada para facilitar o acesso”, afirmou. O prefeito enfatizou que já está investindo em infraestrutura para as áreas comerciais de Jaboatão, melhorando acessos, mobilidade, requalificando, em convênio com o governo do estado, os mercados das Mangueiras, Jaboatão Centro e Cavaleiro, incluindo serviços de cobertas, hidráulica e instalações elétricas, no intuito de ordenar a área comercial no entorno dos mercados, dando toda a estrutura necessária para as pessoas que comercializam nos locais. “Houve um grande ganho para as pessoas que comercializam naqueles locais”, garantiu.










