
Do Metrópoles- A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, disse, nesta quarta-feira (17/1), que os reajustes concedidos ou não a servidores públicos respeitam o novo marco fiscal (também chamado de arcabouço). O governo tem sofrido pressões de várias categorias em função da decisão de não conceder reajuste salarial linear em 2024. Apenas algumas categorias, como PF e PRF, conseguiram acordos para este ano.
“Claro que os servidores tiveram uma desvalorização (nos últimos anos), e a gente está recompondo isso. É importante entender que isso ocorre dentro dos limites do nosso arcabouço fiscal, dentro de uma responsabilidade fiscal que o presidente tem, que é muito forte”, disse Esther em entrevista ao programa Bom Dia, Ministra, da TV Brasil.
Segundo a ministra, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) consegue garantir uma relação “bastante democrática, correta, aberta e transparente” com os servidores, dentro dos limites orçamentários, mas também respeitar o direito dos servidores de não ter perdas ao longo dos quatro anos de mandato.
Esther frisou que o governo atendeu aos servidores do Executivo federal ao conceder, em 2023, um aumento salarial linear de 9%. Esse percentual precisou ser autorizado pelo Congresso, com recursos adicionais no Orçamento. O auxílio-alimentação também aumentou em 43%, passando de R$ 458 para R$ 658 mensais.
Alguns servidores estavam sem reajustes desde 2017; outros, desde 2019.









