
A Refinaria Abreu e Lima teve suas obras de ampliação retomadas na 5ª feira (18.jan.2023) depois de 8 anos de paralisação. Na cerimônia de anúncio, foram feitas diversas críticas ao papel dos investigadores da operação Lava Jato na apuração de indícios de corrupção no processo de construção da obra, como superfaturamento de contratos, pagamento de propina a diretores da Petrobras e cartel entre empreiteiras.
Em discurso para uma plateia de trabalhadores da estatal em Pernambuco, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que “tudo o que aconteceu” no Brasil no período da Lava Jato foi um conluio entre juízes e procuradores brasileiros subordinados ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos que não aceitaram que o país tivesse uma empresa como a Petrobras.
O coordenador da FUP (Federação Única dos Petroleiros), Deyvid Bacelar, afirmou que os responsáveis por paralisar as obras da refinaria cometeram um “crime” contra o Brasil.
Apesar do discurso de tom político e acalorado, a refinaria carrega um histórico de corrupção que se estende do 1º governo Lula ao 2º mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Esse histórico teve resultados materiais na condenação de executivos e diretores da Petrobras e também envolveu os nomes de Lula e Dilma.
Com informações Poder 360







