
As urnas estão abertas: eleitores de 5.569 municípios já começaram a decidir, neste domingo (6/10), quem serão os escolhidos para os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. Assim, a Justiça Eleitoral está preparada para receber a manifestação, nas seções eleitorais, de mais de 155 milhões de brasileiros aptos a votar.
O primeiro turno das Eleições Municipais de 2024 é realizado neste domingo, quando grande parte dos municípios já deve decidir quem será o prefeito pelos próximos quatro anos. Nos casos em que for necessário um segundo turno, os eleitores voltarão às urnas em 27 de outubro deste ano.
Onde houver necessidade, apenas cidades com mais de 200 mil eleitores podem voltar às urnas para escolher os prefeitos. Para ser eleito no primeiro turno, o candidato precisa ter 50% dos votos válidos mais um.
No começo do dia, a Polícia Federal abriu 15 inquéritos e deteve 56 pessoas suspeitas de crimes como compra de votos e propaganda eleitoral irregular. Nesse sábado (5/10), 24 foram detidas em Nilópolis, no Rio de Janeiro.
O Distrito Federal e Fernando de Noronha são as únicas regiões do Brasil sem eleição neste domingo. No Entorno do DF, os moradores vão às urnas. Como ocorre em outras localidades, há um “mar de santinhos” pelas ruas.
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Cármen Lúcia, votou no começo da manhã em Belo Horizonte (MG). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votou em São Bernardo do Campo (SP).
Lula falou rapidamente com a imprensa, momento em que ressaltou que este domingo é um dia “muito especial para a democracia brasileira”. Sem citar nomes, criticou as fake news durante a campanha eleitoral. “Agora tem a quantidade de fake news, surgimento de candidatos que não têm compromisso a não ser inventar histórias”, afirmou.
O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), acompanhou Lula em São Bernardo. Ao contrário de Lula, Padilha falou especificamente sobre o caso envolvendo o candidato Pablo Marçal (PRTB), que divulgou um laudo falso contra o candidato Guilherme Boulos (PSol).
Ao votar na manhã deste domingo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, disse esperar rigor da Justiça Eleitoral para punir o influencer. Ele classificou como “inaceitável” o laudo médico falso usado por Marçal.
Com informações do Metrópoles











