
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi ao Aeroporto Internaciona de Brasília na manhã deste sábado (18/1) para acompanhar o embarque da ex-primeira dama Michelle Bolsonaro aos Estados Unidos. Ela viaja para a posse do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, na segunda-feira (20/1).
No terminal, o ex-presidente comentou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que o proibiu de deixar o país para participar da cerimônia que marcará a volta de Trump ao poder.
Além de Michelle, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), representará o pai na cerminônia no Capitólio, em Washington.
Sem citar o nome do ministro, Bolsonaro criticou Alexandre de Moraes.
Bolsonaro ainda criticou o fato de não poder deixar o país mesmo sem ter condenação na Justiça. “Sou investigado desde 2019, naquele fatídico inquérito das fake news, que está completando seis anos. Há dois anos aconteceu o 8 de janeiro e até hoje não sabem quem liderou a tentativa de golpe, segundo eles. Que golpe foi esse?”, disse o ex-presidente.
O ex-presidente ainda disse contar com Trump para reverter a inelegibilidade imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Com toda certeza, se ele [Trump] me convidou, ele tem a certeza que pode colaborar com a democracia do Brasil afastando inelegibilidades políticas, como essas duas que eu tive”, afirmou Bolsonaro.
Ainda no saguão do aeroporto, a ex-primeira-dama disse acreditar que a inocência do marido será provada.
Na sexta-feira (17/1), Alexandre de Moraes negou recurso de Bolsonaro. O ex-presidente pedia para que o ministro reconsiderasse a primeira decisão de não autorizar a liberação do passaporte para ir à posse de Donald Trump.
Moraes, contudo, manteve a decisão anterior e encaminhou o pedido de Bolsonaro à Procuradoria-Geral da República para análise.
Com informações do Metrópoles









