
A saída do então ministro da Justiça, Sergio Moro, do governo de Jair Bolsonaro (PL), no início de 2020, foi inicialmente um duro golpe na militância bolsonarista, com a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) chegando a prever que o chefe do Executivo ia “cair”.
Os apoiadores de Bolsonaro, porém, acabaram ressignificando as denúncias, após a divulgação da gravação de reunião ministerial em que o ex-presidente exigia trocas na PF para proteger familiares. Agora, a tática de minimizar falas de Bolsonaro e isentá-lo de culpas é colocada em prática novamente.
Para influenciadores digitais bolsonaristas, o conteúdo da reunião ministerial de julho de 2022, que revelou “dinâmica golpista”, segundo as investigações da Polícia Federal, não tem qualquer elemento que incrimine o ex-presidente ou os seus então auxiliares.
Leia também
Defesa diz que Bolsonaro imprimiu documento por problema na visão
Chefes das Forças Armadas estiveram em reunião golpista de Bolsonaro.
STF mantém prisão de Valdemar Costa Neto e aliados de Bolsonaro
Defesa de Jair Bolsonaro diz que vídeo retrata reunião “rotineira”
Para influenciadores digitais bolsonaristas, o conteúdo da reunião ministerial de julho de 2022, que revelou “dinâmica golpista”, segundo as investigações da Polícia Federal, não tem qualquer elemento que incrimine o ex-presidente ou os seus então auxiliares.
“Desafio: encontre o golpe”, ironizou, em postagem nas redes sociais divulgando a íntegra da reunião, o presidente da Fundação Palmares no governo Bolsonaro, Sérgio Camargo.
A narrativa de que não há nada demais nas falas está ecoando nas redes sociais e em grupos bolsonaristas em aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram.
Com informações do Metrópoles











